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Eu por hora

Eu por hora

Um sujeito confuso.
Isso é apenas tudo que de mim agora posso falar.
Pensar em tudo o tempo todo,
Mas o pensamento, não consegue em minha boca chegar.

Qual é meu caminho, qual minha função.
Que objetivo eu tenho, aqui nesse mundão.
Qual é meu destino, qual minha missão. [bis]
Será talvez fazer besteiras.
Aqui nesse mundão.

Tudo que eu penso, ou falo é tão idiota.
Como o que ouço e vejo, em minha volta.
E eu nada posso fazer.
Poucos com muito, muitos sem nada,
Vampiros de sangue, vampiros de almas.
Uns querem minha grana,
Outros meu espírito escravo manter.
Me olhar sem ser no espelho,
Saber meus segredos, meus medos defeitos.
E a raiva de toda essa hipocrisia, que tenho que engolir.
Penso não falo, quero gritar me calo.
Não sou profeta não quero encher, o saco de ninguém.

Qual é..................[bis]

J. Alves.
JAlves
Enviado por JAlves em 28/11/2006
Reeditado em 02/12/2006
Código do texto: T303693

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Sobre o autor
JAlves
São Paulo - São Paulo - Brasil
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