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O poder do meu não

Nao descarte a minha opinião a mão pálida,
Nessa Carta que eu escrevi pra terminar
NAo que a nossa vida esteja tao assim na contra-mão
Mais é a tua confusão que me faz simplificar

Não adianta jogar quando você ta com medo.
Nem tentar acordar cedo pra tentar ver o sol.
Para, para, para...  de tentar.
Você só vai conseguir quando deixar rolar

Já perdi tempo de mais
Corri de mais atras de você
Vou comprar um bom relogio
Um novo par de chinelos
E, te esquecer

Isso é uma carta,
Só uma carta,
Mais uma carta que você vai rasgar.

Eu sou um poeta,
Só um poeta,
Não mais um poeta que você achou amar.
aprendame
Enviado por aprendame em 16/10/2007
Código do texto: T696346

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Sobre o autor
aprendame
Curitiba - Paraná - Brasil, 27 anos
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aprendame