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Você é feliz?


Esta foi à pergunta que me fizeram nesse final de semana. Recebi seis (pvt’s) de pessoas diferentes, perguntando-me se eu era uma pessoa feliz. Coincidência ou não, resolvi escrever um tema sobre a felicidade, na minha visão.
Desde criança sou uma pessoa dedicada em tudo àquilo que faço. Não sei o que é meio termo. Ou faço bem feito, ou não faço! Para mim não existe mulher meio grávida, homem meio “viado”, ou é... ou não é! Tudo o que me proponho a fazer tenho êxito. Porque? Sou o “fodão”? Não! Porque me dedico intensamente com amor e carinho em tudo o que faço. No meu dia-a-dia, não é diferente! Vou ao mercado, tenho que me dedicar às compras, escolher com carinho tudo o que vou comprar e dentro de um limite que eu já estipulei para gastar. Resultado... Tive êxito no que fui fazer. Se tive êxito, aquele foi um momento feliz do meu dia. No trabalho a dedicação é maior ainda, afinal, é dele que eu vivo! A conseqüência da minha dedicação no trabalho é o sucesso. Resultado... Tive êxito! Foi outro momento feliz na minha vida. E assim por diante. Desde a hora que levanto, até a hora que vou dormir, mantenho minha mente ocupada em tudo aquilo que me dá prazer. Um banho quente, uma barba bem feita, uma roupa bem passada, o carro lavado, uma caminhada, um passeio de metrô para ir a cidade, às vezes de “busão”, pode estar lotado! Nem me ligo nisso. Estou curtindo tudo aquilo. Uma vez o ônibus foi assaltado, eu disse ao ladrão: outra vez “meirmão”? Tu já me levaste tudo! Acredite se quiser, o cara tirou 10 pratas do bolso, me deu e ainda pediu desculpas. Levei na esportiva ainda saí no lucro! Onde eu quero chegar? A felicidade é momentânea. Você vive momentos felizes. Se você fizer de cada momento da sua vida um momento feliz, com certeza não será uma pessoa infeliz. Curta cada momento da sua vida. Aprenda a dar valor nas pequenas coisas. Eu curto até uma boa “cagada”! Sim! Daquelas que o cérebro sai pelo canal do reto. Fica só o vácuo. É um momento ímpar! Você está rindo, mas é verdade! Muitas vezes reclamamos da comida e nem lembramos que muitos não têm o que comer. Reclamamos do “busão” lotado, enquanto muitos vão a pé por não ter o dinheiro da passagem. Problemas todos nós temos. Encare como desafio. Ajude as pessoas que estão necessitadas. Ajudar uma pessoa não significa dar dinheiro a ela! Às vezes uma palavra de incentivo, uma dica no trabalho, um elogio, uma orientação, são coisas que não custam nada e não tem dinheiro que pague. Esse é um momento feliz! Dias atrás uma amiga me ligou dizendo que estava deprimida. Fiz algumas perguntas a ela: qual é o teu salário atual? – R$ 15.000,00. Qual é o carro que você comprou agora recente? – Uma pagero. Está namorando? – Sim, estamos bem! – Tem alguém doente na família? – Não! Sua filha passou de ano? –Sim! Você está bem de saúde? – Sim! Você ainda está deprimida? – Você é “foda” viu! Esquece a depressão, passa lá em casa venha jantar comigo. Nunca deixei a “deprê” me pegar. Mantenho a mente ocupada 48 horas por dia. Vivo a maior parte do tempo no mundo dos sonhos. Há quem diga que sou um “porra louca!” Devo ser mesmo! Para aqueles que me perguntaram se sou feliz... A resposta é sim. Sou muito feliz. Amo a vida, a natureza, as pessoas, o meu trabalho, a minha casa, a minha família, o meu cachorro e todas as mulheres do mundo.

Um beijo no teu coração.
Vincent Benedicto
Enviado por Vincent Benedicto em 05/06/2006
Reeditado em 05/06/2006
Código do texto: T169636
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Sobre o autor
Vincent Benedicto
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Vincent Benedicto