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AÇÃO E REAÇÃO AOS CRITICOS 

Tento contribuir com um pouco de luz ou de bom senso sobre os comentários que podem ou devem ser feitos e ou sobre os que não podem e os que não devem ser feitos. 

Ainda, sugiro como podemos usar o espaço do Mural, de forma a ser útil para todos.

Minha contribuição, longe de ser consciência para todos, presta-se a uma sugestão para reflexão apenas.

Então minha sugestão é a seguinte:

1- O Recanto das Letras já coloca meios ao nosso alcance para alijar críticos e críticas indesejáveis, basta ir na escrivaninha e clicar depois em recados recebidos, lá pode se apagar o comentário e bloquear esta pessoa. Também há a opção abaixo de cada texto no item: "Denuncie abusos".

2- Poderia ser saudável se o recantista ofendido enviasse um email (particular) para o crítico, dizendo-lhe do desconforto que suas palavras lhe causaram. Quem sabe o crítico pode refletir no que escreveu e retratar-se. Caso a reação (tréplica) do crítico seja mais agressiva ou confirmatória da anterior, o ofendido bloqueia-o de vez.

3- No afã de escrever rápido pode-se dizer coisas que propriamente não era o que o comentarista tinha em mente. Assim o comentário sai torto. Por exemplo, um recantista tratou-me como "poetisa". Fiquei imaginando, dentro do contexto, que ele queria dizer poesia, aí pode ter trocado letras e acrescentar outra (o que é perfeitamente normal na pressa). Em alguns casos podemos ser generosos em nosso raciocínio.

4- Quando escrevo tenho o costume de ler e reler o que escrevi, às vezes me surpreendo, pois na releitura tenho outra conclusão, algo que não era o que queria expressar. Se estou cansado ou com pressa, deixo para outro dia fazer o comentário.

5- Também tenho o costume de ler o perfil e várias poesias do mesmo autor, para se obter uma visão maior sobre ele. Às vezes faço um comentário geral sobre sua obra, sua forma de escrever, sobre os conteúdos, às vezes cito algumas frases, outras não. Mas quando faço um comentário procuro ser o mais sincero possível. Tentando animar o autor neste difícil, mas agradável ofício, que é escrever. O fato de fazer um comentário apenas sobre vários textos daquele autor, creio eu, não desmerece seus escritos, nem ao comentarista. Pois, creio eu, ser melhor fazer um só bom comentário, do que vários, apenas para marcar presença. (Pessoalmente não tenho nada contra aqueles que querem apenas marcar presença no texto, deixando um alô).

6- Sobre os amigos que comentaram meus textos, posso dizer que não tenho nada a dizer contra nenhum deles. Se tivesse, diria imediatamente, a ele. Caso alguém tenha algo a dizer contra minha pessoa, gostaria de saber e receber, via email particular, suas observações.

7- Até hoje, apenas uma amiga mandou-me email (particular), querendo saber sobre determinado comentário que tinha feito (em sua página) e que não ficou claro para ela. Gostei da atitude dela, pois pude me explicar melhor, continuamos a amizade. (O assunto era política).

8- Não posso aceitar, creio que ninguém neste recanto aceita, manifestação de racismo, preconceito contra religião, sexo, ou outra coisa qualquer. Tenho sentido que há um bom espírito de cordialidade quanto a estes temas. Mas caso haja abuso, pode-se reclamar aos proprietários do site.

9- Creio que não seria bom para nenhum de nós, tomar as dores de outros colegas. Um comentário quando feito interessa àquela pessoa, ela pode gostar ou não, como pode tomar as medidas que ela quiser ou deixar prá lá. É uma atitude que cabe a ela, tão somente exercer. Porque devo sofrer no lugar daquela pessoa? (Muda o foco caso ela me convide a participar do seu caso).

10- Alguns colegas já citaram que é desagradável o recantista marcar presença em sua página, apenas com intuito de fazer propaganda do texto dele. Creio que devemos pensar nesta forma de comentário. Acho que "o tiro sai pela culatra", torna-se uma má propaganda a respeito da pessoa que usa este expediente. Se fazem isso comigo, minha vingança é não ver aquele texto, vejo outros, mas tudo depende do contexto da propaganda. Cada caso é um caso. Deve-se analisar a pessoa, se ele usa com frequência tal expediente.

11- Dependendo do caso, posso até gostar quando alguém, me faz uma crítica dentro do espírito literário, com o devido respeito. Ainda não aconteceu comigo. Nós estamos sujeitos ao erro. Alguém pode nos chamar  a atenção para algo que não é real (Quando tratamos de fatos históricos). Se ele estar certo devemos dá a mão à palmatória. Melhor ainda, se este comentário fosse apenas em particular.

12- Sempre é complicado fazer comentário em textos que falam de política, futebol, religião, opção sexual etc. Cada um tem seu gosto e ponto de vista. Devemos respeitar. Podemos ponderar o seguinte: Se alguém faz um comentário discordando do assunto, mas com o devido respeito, o que deve-se fazer? Creio eu que, se não quero que discordem de minha opinião, ou de minha opção de vida, então não devo torná-la público.  Se publicamos um texto, ele deve criar asas próprias, voar, ser interpretado, não ridicularizado, pode-se atirar pedras ou flores. Quem atira pedras também deve saber que pode recebê-las de volta. São os ossos do ofício.

13- Cada dia aprendo neste recanto a melhor linguagem para fazer textos para serem lidos na internet. Tenho visto e sentido que o melhor é quando somos claros, objetivos e concisos (o que é contra minha natureza, pois sou prolixo). Como exemplo cito três dentre os muitos autores que leio com frequência e aprecio, são a Rose, a Kate e a Alda. 

14- São raros os autores que não gosto de ler. Sou leitor voraz. Leio de tudo. Se não gosto de um texto, prefiro não me manifestar. Creio que a melhor forma de aprender é justamente esta, ler tudo sem preconceito, observando os vários estilos literários, conservando aquilo que achamos que é o melhor para nós. Assim, aprendemos uns com os outros. Fico surpreso com a capacidade literária dos mais jovens, 9, 13, 16 anos e já escrevem e, muito bem. Isto é magnífico, devemos incentivá-los. Também aqui encontro exemplos de autores com mais de 60 anos. Para mim o Recanto das Letras é uma fonte inesgotável de inspiração e exemplos dignos de amor à arte de escrever. Todos estamos de parabéns.

Gostaria de estender minhas sugestões sobre o MURAL, para melhor ser utilizado e aproveitado por todos os recantistas.

15- Primeiro, devemos entender para que serve o Mural. Creio eu, que ele serve para:

15.1- Fazer propaganda de textos novos ou velhos,
15.2- Para dar um alô geral para os recantistas, 
15.3- Marcar presença, isto é, dizer que ele está ativo
15.4- Dar um recado ou anúncio de interesse geral. 
(Podem acrescentar outros itens, aqui).

16- Segundo, devemos entender para o que não serve o Mural. Creio eu, que o Mural não serve para:

16.1- Expor textos novos ou velhos na íntegra
16.2- Fazer longas explanações, considerações, dissertações, que deveriam ser feitas em forma de mensagem e na página pessoal do autor, pois ocupa muito espaço.
(Podem acrescentar outros itens, aqui).

17- Diante do exposto, creio eu, que o Mural pode ser melhor aproveitado se o usarmos em dose homeopática. 

17.1- Dar o nosso recado usando pouco espaço. 
17.2- Jamais deixar longos espaços em branco, acima e abaixo do texto, (estes espaços em branco só servem para irritar o recantista). 
17.3- Quando somos concisos e diretos, também demonstramos nosso respeito aos colegas. Pois todos precisam usá-lo.
17.4- Use a criatividade. Seja marqueteiro de si mesmo, mas de forma a atrair os amigos para seus textos e não para afastá-los.

Como disse acima, estas são sugestões apenas para reflexão sobre como melhor fazer comentários e usar parcimoniosamente o Mural.

Gostaria de ouvir sugestões dos recantistas, se possível acrescentando (ou suprimindo) itens aos acima elencados. O espaço está aberto às manifestações de todos, podem jogar as pedras ou as flores, com respeito, pois só podemos dar aquilo que temos.

Perdoem-me se firo sensibilidades, não é minha intenção.

Um abraço


Muniz de Albuquerque
Enviado por Muniz de Albuquerque em 10/08/2006
Reeditado em 20/05/2009
Código do texto: T213032
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Muniz de Albuquerque
São Paulo - São Paulo - Brasil, 62 anos
136 textos (45244 leituras)
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