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Texto extraído do filme "Terráqueos" (EARTHLINGS)

EARTHLINGS (terráqueos) é um documentário premiado sobre o sofrimento de animais para comida, moda, animais de estimação, entretenimento e pesquisa médica. Considerado o documentário mais convincente de todos os tempos, EARTHLINGS é apelidado de "o fabricante Vegan" para suas filmagens sensíveis tiro em abrigos de animais, pet shops, fábricas de filhotes, fazendas industriais, matadouros, do couro e peles comércios, eventos desportivos, circos e laboratórios de pesquisa.

Os 3 estágios da verdade:
1. Ridicularização
2. Oposição violenta
3. Aceitação

Uma vez que habitamos a Terra, somos considerados terráqueos. Não há sexismo, racismo ou especismo no termo terráqueo. Ele abrange cada um de nós: sangue quente ou frio, mamífero, vertebrado ou invertebrado, pássaro, réptil, anfíbio, peixes e humanos. Humanos, então, não sendo a única espécie no planeta, compartilham este mundo com milhões de criaturas vivas, já que todos vivemos aqui juntos.
Entretanto, é o terráqueo humano que tende a dominar a Terra. Frequentemente tratando outros terráqueos e seres vivos como meros objetos.
Ignorância é a primeira linha de defesa do especista. Ainda assim pode ser facilmente rompida a qualquer momento com tempo e determinação para descobrir a verdade. Ignorância prevaleceu por tanto tempo só porque as pessoas alienadas não querem descobrir a verdade.
"Não me conte senão vai estragar meu jantar" - é a resposta padrão para qualquer tentativa de contar a alguém como aquele jantar foi produzido.
Mesmo as pessoas que sabem que a fazenda familiar foi substituída pelos grandes centros de agronegócios, que suas roupas vêm de vacas mortas, que seu entretenimento significa dor e morte de milhôes de animais, e que alguns experimentos duvidosos acontecem em laboratórios, ainda declaram acreditar que as condições destes animais não podem ser tão ruíns, senão os governos ou as sociedades protetoras dos animais já teriam feito algo a respeito.
Mas a responsável pela falta de atenção não é a incapacidade de descobrir o que está acontecendo não é tanta quanto o desejo de não saber os fatos que podem pesar na consciência. Afinal, as vítimas sobre o que quer que esteja acontecendo nesses lugares horrorosos não são membros de nosso próprio grupo.
Tudo se reduz à dor e sofrimento. Não à inteligência. Não à força. Não às classes sociais ou direitos civis. Dor e sofrimento são em si coisas ruíns e devem ser evitados e minimizados, não importando a raça, sexo ou espécie de quem sofre.
Somos todos animais deste planeta. Somos todos criaturas. E animais não humanos experienciam as mesmas sensações que nós. Eles também são fortes, inteligentes, trabalhadores, e evoluem. Eles também são capazes de crescimento e adaptação. Como nós, acima de tudo, eles são terráqueos. E como nós, eles estão sobrevivendo. Como nós, eles também procuram o conforto próprio e não o desconforto. E como nós, eles expressam graus de emoção. E é claro, como nós, eles estão vivos. A maior parte sendo também vertebrados. Exatamento como nós.
Quando nós analisamos o quanto os animais são essenciais para a sobrevivência humana, nossa dependência completa deles, para companhia, alimentação, vestuário, esportes e entretenimento, assim como pesquisa médica e científica, ironicamente, nós só vemos o total desrespeito da humanidade por esses provedores não-humanos.
Sem dúvida, isso deve ser o que parece: morder a mão de quem nos alimenta.
Na verdade, nós paramos e cuspimos nela.
E agora nos deparamos com as consequências inevitáveis. Isso é evidente em relatórios de saúde devido ao nosso consumo excessivo de animais. Câncer. Doenças cardíacas. Osteoporose. Infartos. Cálculos renais. Anemia. Diabetes e outros. Até nossa comida foi afetada na própria fonte com antibióticos para promover a engorda dos animais. Afinal quem consegue não engordar num local estressante e superlotado como uma granja industrial? Com o abuso de pesticidas e inseticidas? Ou com hormônios artificiais? Desenvolvidos para aumentar a produção de leite, tanto em quantidade como em frequência. Com cores artificiais, herbicidas, larvicidas, fertilizantes sintéticos, tranquilizantes, estimulantes de apetite e crescimento.
Não é de surpreender que a doença da vaca louca, a febre aftosa, a pfisteria, e muitas outras anomalias relacionadas a animais tenham afetado aos humanos. A natureza ão é responsável por esses atos. Nós somos. As mudanças são inevitáveis? Ou nós fazemos as mudanças ou a natureza nos forçará a fazê-las...
Chegou a hora de todos reconsirerarmos nossos hábitos alimentares, nossas tradições, nossos estilos e modas e, acima de tudo, nosso modo de pensar.
Se há alguma verdade no antigo dito popular "tudo que vai, volta", então o que os animais ganham com sua dor? Nós ao menos refletimos um pouco? Se tudo que vai, volta, o que eles ganham pela sua dor? Eles são terráqueos. Eles têm tanto direito de estar aqui quanto os humanos.
Talvez a resposta esteja em outro ditado popular, que é igualmente verdadeiro: "Nós colhemos o que plantamos"
Então é claro que animais sentem e é claro que experimentam a dor. Afinal, a natureza abençoou este animais com uma fonte de sentimentos para que eles não sentissem nada? Ou os animais têm nervos para serem insensíveis? A razão pede uma resposta melhor. Mas uma coisa é certa. Animais usados para alimentação, para vestuário, entretenimento e experimentos científicos, e toda a opressão que eles sofrem sob o sol, todos eles morrem com dor. Cada um deles.
Já não é suficiente que animais de todo o mundo vivam em isolamento permanente do progresso e expansão humana pois para muitas espécies, simplesmente não há mais para onde ir. Parece que o destino de muitos animais é não ser desejado pelos homens, ou ser desejado demais.
Nós chegamos como senhores da Terra, com estranhos poderes de terror e misericórdia. O ser humano deveria amar os animais como o experiente ama o inocente, e como o forte ama o vulnerável.
E quando nós somos tocados pelo sentimento dos animais, aquele sentimento fala bem de nós. Mesmo se o ignoramos. E aqueles que dispensam o amor pelas outras criaturas como puro sentimentalismo, ignoram uma parte importante e boa da humanidade. Mas nenhum humano vai perder nada ao ser gentil com um animal. E, na verdade, faz parte da nossa via dar-lhes uma vida feliz e longa.
Três forças primárias existem neste planeta. Natureza, animais e humanidade. Somos terráqueos. Faça a conexão.
carlos max

Se quiser ver o filme:
http://video.google.com/videoplay?docid=-1717800235769991478
marcelvinicius
Enviado por carlos max em 19/10/2011
Reeditado em 19/10/2011
Código do texto: T3286851

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Sobre o autor
carlos max
Angra dos Reis - Rio de Janeiro - Brasil
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