Reflexão: NOSSO INVISÍVEL ARQUINIMIGO

Desde as descobertas de Louis Parteur, tivemos conhecimento dos microrganismos, minúsculos seres vivos que tanto podem ser malévolos, portanto agindo contra nós, quanto trabalhar em nosso favor, como é o caso das bactérias saprófilas.

Ao longo das principais autovias que cortam o Distrito Federal, ligando as Cidades Satélites a Brasília ou entre si, encontramos vários pontos de vendas das mais variadas espécies de frutas tanto nativas quanto exóticas, quer sejam nacionais ou não. São muito deliciosas e por um preço bastante convidativo. Confesso que é praticamente irresistível não parar em um desses quiosques improvisados, desde bancas de zinco estilizada, a de alvenaria com cobertura de zinco. Às vezes encontramos kombis, vans, ou portas traseiras de veículos. O que importa é a boa qualidade da fruta da vez.

Numa dessas e em outras duas vezes, tive o desprazer de degustar tangerinas com boa aparência externa, mas, mesmo assim, passei mal, devido a um processo alérgico. Senti minha língua trêmula em sua superfície e a mesma sensação nos lábios e alguns comichões e pequenas empolas na pele do abdômen.
Não dei muita importância na primeira vez e na segunda apenas fiquei cismado, procurando descobrir a causa daquela alergia.

Outro  dia, ao descascar uma tangerina, creio ter descoberto o “X” do problema. Escolhi uma bela tangerina. Era grande, bem vistosa e com agridoce odor característico. Descasquei-a já com água na boca. Tenho uma velha mania de comer e não chupar a tangerina e o mesmo ocorre com a laranja. E outra esquisitice é que só sei comer de dois em dois gomos. Então fui fazer a partilha. Talvez assim faça porque gosto muito de saber se o resultado vai dar par ou ímpar. Ainda não descobri a causa da mania, mas isso tem-me protegido a saúde como irão ver.

Assim, quando meti o indicador no eixo da tangerina para reparti-la de dois em dois gomos, tive uma desagradável surpresa. Havia uma grande colônia de fungos bem interessante. Parecia uma enorme micco-floresta com uma grande quantidade de micro arvorezinhas. Assustado procurei entender o porquê daquela micro-floresta se proliferar ali, escondida, no eixo embrionário dos gomos daquela tangerina. Captei uma resposta plausível. Como os citrocultores ou cultivadores de “Citrus Reticulata”, ou seja, tangerina, utilizam agrotóxicos para combater pragas em suas lavouras, creio que algumas dessas pragas migraram para dentro da fruta, de algum modo sobrevivendo em colônias. E lá estava eu, de água na boca, mas não quis arriscar e joguei a mexerica no lixo. Peguei outra aparentemente mais sadia de a desfrutei.

É certo que uma fruta visivelmente pura não é a garantia de que não está contaminada, mas o contrário é legitimamente verdadeiro. A colônia bacteriana visível a olho nu é o atestado insofismável de que a fruta está inedequada para uso humano.

Em nosso dia-a-dia, muitas vezes erramos porque só julgamos pelas aparências, apesar de as Escrituras nos alertarem sobre essa prática equivocada. É por isso que Jesus nos proíbe o julgar, aja vista só conhecermos, no máximo, o exterior das pessoas e o que elas se permitem externar. O que é impossível para nós, é possível para Deus. Somente Ele é capaz de enxergar o interior do indivíduo. É por isso que não podemos julgar, pois se o fizer sempre seremos injustos, visto que julgaremos pelas aparências. O juízo a Deus pertence.

Voltando ao nosso tema, somos rodeados de uma nuvem de testemunhas que não conseguimos ver, mas elas estão por aí. O apóstolo Pedro em 1 Pedro 5:8 escreve dizendo: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar (1 Pedro 5:8). Os anjos também estão, ao nosso redor, pronto para nos servir e nos auxiliar “Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”(Hebreus 1:14).

Não é novidade para aquele que trilha o Caminho que o mundo jaz no maligno e que os apelos desse século tem sua meta oposta ao foco traçado por Cristo para as nossas vidas. Há coisas que estão explícitas de modo bastante gritante. Somente os incautos cairão em seus próprios engodos. Entretanto, há os falsos cognatos que podem nos levar a errôneos achismos, principalmente para aqueles que gostam de achar que é, mas não se esforçam para saber o que de fato é. São fatos ou situação que se assemelham tanto com a verdade que até para os doutos no assunto é embaraçoso e difícil a percepção.

É preciso muita perspicácia para não ser enganado. Por isso faz-se necessário tem um sólido embasamento, ter raízes profu
ndas, plantadas e alimentadas na Verdade para que não sejamos enganados ou embaraçados em nossos próprios conhecimentos. "Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento". (Provérbios 3:5
Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Provérbios 3:5
Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Provérbios 3:5
Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Provérbios 3:5
Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Provérbios 3:5
)
Um entendimento superficial pode sim nos levar a crassos erros de interpretação e a sérios danos na execução da obra do Senhor. Sejamos, pois firmes e arraigados na Palavra do Senhor para resistirmos nos maus dias e sairmos deles bem sucedidos e mais que vencedores.

Alelos Esmeraldinus
Enviado por Alelos Esmeraldinus em 11/08/2012
Reeditado em 11/08/2012
Código do texto: T3825162
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