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RETIRAR AS MÁSCARAS

 

Somente quem vive nesse estado se sana loucura e total liberdade pode entender esse retirar as máscaras e ser livre, viver apenas o momento e deixar fluir a vida na sua naturalidade, como o rio rumo ao mar, onde depositaremos nossa carcaça cansada e rota das chibatadas da vida que levamos em plena sanidade onde somos governado por mentes outras e não a nossa vontade que se perde no caos e ai nada somos, nada sentimos e deixamos de ser realmente o nosso verdadeiro eu e o sentido da vida se perde nas caminhadas ao léu, nos caminhos dispersos, seguindo caminhos dos outros para satisfazer o que não sei e nem como entender essa chamada lucidez humana que nada mais é do que um simples rotular e nada viver, vivendo a vida do outro, os condicionamentos, as imposições, as regras,normas as vezes infundadas. Não sou contra nada e nada defendo, apenas falo da liberdade de sermos nós mesmos e de reverenciar a nossa sana loucura, pois é um estado pleno de graça onde podemos nos chegar nua em uma praça pública, diante o frio mais dolorido, onde se encontram milhares de pessoas ,abrirmos os braços e dizer em brado: Nós nos valemos não necessitamos de agasalho... Sou Eu.. E voar livre e nua pelos caminhos da vida levando e carregando o amor e semeando em cada canto, em cada estrada e mostrando que a esperança é uma vida a ser vivida e nunca perdida e que tudo pode mudar, basta querermos fazer de nossa vida o momento pleno de felicidade, não termos medo de amar, nem de sermos felizes e se o sofrer vier, choremos ,pois aqui estamos nesse Planeta Terra para vivenciar e experenciar todas as emoções, pois somente aqui esse sentimento é permitido. Como a saudade que sentimos de nós mesmos, da nossa casa, do nosso mundo real, onde a palavra é o silencio eterno e uma comunicação imensa e o amor sublime amor gerando sempre a paz do viver em harmonia com todos os elementos desse imenso universo. Ah! minha sana loucura sem a qual nunca seria eu ,mas sim apenas um ambulante do tempo de nada ser. Loucos... Sim Loucos de vivencia, de amor, de busca,de encontros, de ser o que somos sem medo das pedras e da incompreensão, do não escutar e nem permitir que as chibatas nos verguem. Loucos... Sim loucos somos... Pelo menos eu sou e faço um convite... Vamos retirar as máscaras e sermos nós mesmos sem medo de viver.... Compensa esse sentir profundo e intenso de todas as emoções humanas. Apenas um comentário , pois não resisto esse texto que não canso de ler e que me toca fundo a alma e minha essência e a sana loucura que me leva a navegar os setes mares da vida.
 Namastê!
 zelisa camargo
ZEL
Enviado por ZEL em 16/03/2005
Código do texto: T6746
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Sobre a autora
ZEL
Aparecida de Goiânia - Goiás - Brasil, 69 anos
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8 e-livros (803 leituras)
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