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DA MINHA JANELA

 

 
Queria que as pessoas, não ouvissem só o
som das sirenes, transito, gritos.
 
Que ouvissem o canto dos pássaros.
No fim de tarde, não olhassem para o cinza do asfalto, poluição.
Mas para o por de sol magnífico, com suas cores avermelhadas .
 
Se há chuva, não olhe só para as enchentes, desmoramentos, mas olhem para cima, e vejam os cristais dos pingos de chuva, como lágrimas de alegria do céu.
 
O que vejo da minha janela, são pessoas andando cabisbaixas.
Levante seus olhos, pois acima está DEUS.

 

 
 
 


 
 
 
 
 

 
Queria que as pessoas, não ouvissem só o
som das sirenes, transito, gritos.
 
Que ouvissem o canto dos pássaros.
No fim de tarde, não olhassem para o cinza do asfalto, poluição.
Mas para o por de sol magnífico, com suas cores avermelhadas .
 
Se há chuva, não olhe só para as enchentes, desmoramentos, mas olhem para cima, e vejam os cristais dos pingos de chuva, como lágrimas de alegria do céu.
 
O que vejo da minha janela, são pessoas andando cabisbaixas.
Levante seus olhos, pois acima está DEUS.
 
 


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Luiza Porto
Enviado por Luiza Porto em 20/03/2005
Código do texto: T7191
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Sobre a autora
Luiza Porto
São Paulo - São Paulo - Brasil, 71 anos
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Luiza Porto