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Aos namorados

Dirijo-me aqui aos namorados de todas as idades: aqueles que apenas iniciaram ou ainda estão tentando começar; àqueles que já namoram há um bom tempo e àqueles que, mesmo casados, também namoram. Namorar é algo muito bom, pois mais que os carinhos, confidências, companhia e gosto pela convivência, o aprendizado na troca de experiências e preparo para a vida conjugal – que trazem os filhos –, traz algo que nem sempre pensamos ou consideramos: o amadurecimento individual.

                Ora, entre as definições do dicionário, namorar é inspirar amor. E inspirar amor é uma arte. Não apenas para conquistar, mas para viver intensamente nossa condição humana e construir a dignidade que nos fazem homens e mulheres participantes da exuberante experiência de crescer emocionalmente e psicologicamente. E quem inspira amor, respeita...

                Desde muito pequeno construímos nossa personalidade, pela influência da família e professores. Desabrocha a adolescência, descobrimos o interesse pelo namoro. É quando surgem grandes dificuldades, para os tímidos e precipitações para os arrojados. Mas os anos passam, tornamo-nos adultos e a vida se mostra como ela é. Incrível, mas a vida é como a construímos. E para construí-la bem, devemos evitar precipitações e ao mesmo tempo libertar-nos da timidez que tantas travas psicológicas produz.

                Ora, quando falo em precipitações, vamos falar “sem rodeios”.  Nossos jovens não são ingênuos e sabem que as precipitações na área sexual podem trazer grandes aflições futuras e mesmo a gravidez precoce, também causadora de dificuldades que podem ser evitadas. E quando abordamos a timidez, queremos igualmente dizer que não há razões para nos sentirmos menores diante de ninguém. Afinal somos todos iguais e diferentes ao mesmo tempo, mas nenhuma pessoa é maior ou menor.

                Por isso, se você se considera tímido (a), pense que você é único e isto o (a) faz maravilhosamente um ser especial. Vença esse obstáculo com a certeza que só você é capaz de ser como é! Ninguém mais...

                Para você que gostaria, mas ainda não namora, nunca se sinta frustrado (a). Tudo tem seu tempo e suas razões. Cultive bons amigos que você encontrará aí um caminho de felicidade e talvez “a tampa da panela”.

                Porém, para todos nós, homens e mulheres – jovens ou maduros, namorados ou casados – , o que sempre deve prevalecer em nossa mente, em nosso coração, e como roteiro de vida é a dignidade. Respeitemos e nos façamos respeitados. Eis o segredo de uma vida equilibrada e feliz.

                E, para você que namora, lembre-se do seu amor, do seu amado (a). Trate-o (a) com carinho, declare seu amor. Especialmente os casados, lembremo-nos da presença incomparável de nossa (o) companheira (o) de vida. Afinal, notemos: vivemos mais com o cônjuge do que com os pais. Sem desvalorizar nossas origens, valorizemos aquela (e) que Deus situou como companheira (o) de viagem. Ela (e) é nosso sustentáculo.

                O amor é a virtude por excelência; extrapola a relação homem-mulher; é abrangente, mas está principalmente na convivência, no relacionamento, que pode ser entre simples namorados, não importa se solteiros ou casados.  Por isso, nesta data meramente convencional, que tal uma olhadinha no seu amor: que tesouro você tem! Muito mais do que o simples e maquinal Eu te amo!, o amor é lindo, como se diz! E mais: o amor é tudo, sem amor sou nada, nele sei que posso. O amor é doce, o amor é sede, o amor é água. O amor espera, o amor liberta, o amor não mente, o amor não maltrata, o amor não mata, o amor é simples, o amor é riso. O amor não magoa, o amor ajuda, o amor perdoa... Quem não se conhece, ama só metade...

                Esses últimos versos estão na música Mais Amor, do CD É preciso amar as pessoas como elas são, que você pode adquirir no site www.candeianet.com.br , pesquisando pelo nome do CD ou do autor Plínio Oliveira. Para concluir, repetimos com Plínio: O amor é a graça da vida da gente. Se você me abraça, o Universo sente.
 
Orson
Enviado por Orson em 02/06/2006
Código do texto: T167955
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Sobre o autor
Orson
Matão - São Paulo - Brasil, 56 anos
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