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LEVE BRISA DE OUTONO


           JÁ SE PASSADA NOITE IA ME CORROENDO POR DENTRO
                ACRÉSCIMOS DE UM ESTE ÚLTIMO MOMENTO.
         UMA TARDE DE SEGUNDA TÃO PREGUIÇOSA NÃO SE VIA,
  TÍPICA VOZ DE POEMA GULARIANO ERA A BRISA QUE DISSE SENTIA,
  DE DEDOS LONGOS A BUSCAR NA ESCURIDÃO PAPEL EM QUE DISSE
                                       ESCREVIA,

                     LEVE BRISA DE OUTONO QUE SE OUVIA.
                SAUDADE SE FAZ AO GELO DO CHÃO NA SALA.
     BEIJO QUENTE DE CASAL EM PARQUE QUANDO FOI MINHA ESTA
                                    MESMA CHANCE.

                 E TOMA SAUDADE MISTURADA A DESPREZO,
                DESCASCAR-SE NATURAL DE MADEIRA PODRE,
                     QUERER FICAR SENTIR E OUVIR FALAR.
                   FORMIGA QUE PASSEIA A PASSOS LARGOS.
DIEGO HUXLEY
Enviado por DIEGO HUXLEY em 08/10/2007
Código do texto: T686373

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Sobre o autor
DIEGO HUXLEY
Sobradinho - Distrito Federal - Brasil, 30 anos
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DIEGO HUXLEY