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PAI, ETERNAS SAUDADES

Meu velho e amigo de todas as horas
Embora tenha sido frágil diante da morte
Foste forte diante da vida
Vida sofrida, vida perdida
Vida que foi se perdendo
Na triste solidão da família
Nas lembranças felizes daqueles dias
Quando todos reuniam-se
Em torno de ti sorrindo felicidades
Quantas saudades as lembranças me trazem
E me fazem crê que nada adiantou
Aquela casa vazia palco das suas agonias
Que a morte lentamente preparou.
Anos se passaram e o tempo mostrou
Que não é assim que se faz
Lacrado na tumba jaz
Enfim a paz pro seu drama
O corpo imerso na lama
O espírito na eternidade
Deixando a dor da saudade naqueles que te amam.
Agora que as mágoas passaram
As lembranças se perderam no tempo
As lágrimas se foram no vento
Restando resquício de uma vida
Construída de sacrifício e honestidade
Por isso é bom refletir com serenidade
Porque seja o erro qual for
Atire a primeira pedra aquele que nunca errou.
Jose Augusto Cavalcante
Enviado por Jose Augusto Cavalcante em 14/06/2009
Código do texto: T1648186
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Sobre o autor
Jose Augusto Cavalcante
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 56 anos
494 textos (25000 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 31/10/14 14:28)
Jose Augusto Cavalcante



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