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Texto

“Amigos Recantistas, aproveitando a ocasião da Semana Santa, vos convido para meditarmos as Sete Dores que Maria Santíssima sentiu dentro dos mistérios da Sagrada Paixão e Morte de Vosso Amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.”
 
AS SETE DORES DE MARIA SANTÍSSIMA (Sexta Dor)
 
A Lança Cravada no Coração e a Descida da Cruz
 
Meditemos na Quinta Dor de Maria Santíssima...
 
Ao pé da Cruz chora a Mãe, outra Espada vem a feri-lhe... Ver transpassar com uma lança o Sagrado Coração de Jesus, que já morto pende na Cruz!
 
Os Judeus para não perturbar a alegria do sábado pascoal queriam tirar da Cruz o Corpo do Redentor, mas estava proibido descer a Jesus Dela antes que morresse. Um soldado para assegurar ao povo que Jesus estava morto, com ímpeto, enfia uma lança no Coração de Cristo crucificado, e nesse instante saiu dele água e sangue.
 
Ao golpe da lança tremeu a Cruz e o Coração de Jesus dividiu-se em duas partes. Partilhou Cristo com Sua Mãe o tormento desta ferida, recebendo Ele esta, e Ela a Dor. O soldado ao retirar a lança, a ponta ficou vermelha de sangue e pareceu-Lhe a Maria como se lhe tinha partido o coração. Tal foi naquele momento a Dor da Mãe que só por milagre não caiu morta.
 
Nas outras Dores tinha ao menos o Filho que se compadecia dela, mas agora, nem tem o Filho para se compadecer de Sua Dor!
 
Eis que já vão descer da Cruz o Corpo do Salvador. José de Arimatheia e Nicodemos sobem por uma escada e despregam as mãos e os pés do Redentor, sustentando-O um de cima e outro de baixo O descem da Cruz.
 
A Mãe dolorosa se aproxima e estende os braços, Maria recebe Seu Divino Filho nos braços, Santa da Piedade! Abraça-O, senta-se ao pé da Cruz envolvendo Seus braços sobre o Sacrossanto Corpo de Seu adorado Filho. Olha Sua boca entreaberta, Seus olhos escurecidos, Seu Corpo inteiramente chagado.
 
Chorosa aos pés da Cruz, Maria retira-lhe a coroa de espinhos e examina as feridas abertas naquela Santíssima Cabeça, observa as mãos e pés traspassados e exclama!
 
“Oh meu Filho! Vede as minhas Dores, olhai-me e consolai-me! Mas já não me ver... Falai-me, diz-me... Uma palavra de consolação! Meu Filho não poderá falar... Está morto! Oh espinhos! Oh pregos! Oh lanças cruéis! Oh homens como pudeste atormentar tanto ao Vosso Salvador?”
 
Obs.: Continua as Sete Dores de Maria Santíssima, próxima postagem.

 
Importante:
Os textos sobre as Dores de Maria Santíssima foram inspirados através de leitura feita em um livro ao devoto de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, bem como, leituras bíblicas. Com base na história, os textos foram elaborados, ressaltando alguns pontos fundamentais para o entendimento dos mistérios das Dores de Maria Santíssima.
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Esta oração da Poetisa Rosemeri VieiraTunala

Foi deixada como comentário no texto anterior

Oh! Doce Mãe Maria
A você o meu poema
Declaração de amor e alegria
À sua bondade suprema
Maria de Deus,
Maria das Dores
Alívio dos filhos seus
De corações sofredores
Maria do povo
Rainha da paz
A esperança de novo
Surgir ela faz,
Maria menina
De deus escolhida
Para ser mãe divina
Renunciou sua vida
 
Rosemeri VieiraTunala
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Muito agradecida, poetisa, por esta bela interação,
Que Jesus Cristo e a Santíssima Virgem te abençoem
Em graças de luz hoje e sempre.
 
Abraço fraterno
Mira Margarido
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Mira Margarido
Enviado por Mira Margarido em 06/04/2009
Reeditado em 07/04/2009
Código do texto: T1526252

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Sobre a autora
Mira Margarido
Rio Branco - Acre - Brasil, 45 anos
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 30/07/14 10:09)