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PAI NOSSO


"DE UM FEITA, ESTAVA JESUS ORANDO EM CERTO
LUGAR; QUANDO TERMINOU,UM DOS SEUS
DISCÍPULOS LHE PEDIU: SENHOR,ENSINA-NOS
A ORAR COMO TAMBÉM JOÃO ENSINOU AOS SEUS
DISCÍPULOS. ENTÃO ELE OS ENSINOU: QUANDO
ORARDES, DIZEI: PAI..."(Lucas, 11:1)
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PAI NOSSO.....

Impressionados com alguma coisa acerca da maneira pelo qual JESUS orava, um dos seus discípulos pediu orientação do tipo que João Batista dera. Seu pedido, "SENHOR, ENSINA-NOS A ORAR", talvez quisesse dizer que queria uma forma de palavras que pudesse empregar, ou um padrão segundo o qual pudesse modelar suas orações.
As palavras iniciais de JESUS foram, "QUANDO ORARDES,DIZEI..."
demonstraram que sua intenção era que a oração
 fosse usada exatamente como consta. No Evangelho de Mateus, 6:9-13 foi escrito da seguinte forma: "PORTANTO, VÓS ORAREIS..."
De qualquer forma nenhum de nós aguenta viver desligado de sua origem. Quem desconhece sua origem não conhece seu fim. Uma vida assim tem gosto de nada. Por isso é que a Bíblia começa com o Gênesis, e a oração de JESUS principia invocando o Pai.

O PAI = PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS

O sentido dessas palavras irrompe de dentro dos
primeiros capítulos do AT e do NT, ou seja, de dentro da própria vida. DEUS É PAI, nosso Pai, porque no princípio ele criou o céu e a terra, criou o homem à sua imagem e semelhança, e, homem e mulher, ele os criou e abençoou. DEUS é Pai, porque no princípio já possuía um Filho - O Verbo, que estava com ele e era DEUS com ele. Sim o Filho que era o seu único Verbo, o Verbo por meio de quem tudo foi feito e sem o qual nada é possível.
O mesmo verbo que depois se fez carne e habitou entre nós, a fim de dar a todos que o recebessem assim - verdadeiramente DEUS e homem - a possibilidade de se tornarem filhos de DEUS.
O REINO - SANTIFICADO SEJA O TEU NOME, VENHA O TEU REINO, FAÇA-SE A TUA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.

Esse tríplice pedido visa alcançar um novo céu e uma nova terra, o mundo de um DEUS que é Pai, o Reino do DEUS que é Pai do Verbo, não o pai da mentira.
O tríplice pedido forma um todo, sendo que o pedido central - VENHA O TEU REINO - inclui os outros dois. Com efeito, o Reino começa com a santificação do Nome Divino, o que significa, da nossa parte, aceitação da realidade do DEUS que é Amor.
Aí está o Reino que constitui o objetivo da oração e da vida de JESUS - oração e vida que formam um todo, "ASSIM NA TERRA COMO NO CEU".

O AMOR  - "O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE; E PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÓS TEMOS PERDOADOS AOS NOSSOS DEVEDORES; E NÃO NOS DEIXES CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRA-NOS DO MAL.

Novamente observamos um pedido tríplice; pão, perdão, libertação. São três coisas que vêm do amor de DEUS para conosco, um amor concreto e do qual temos absoluta necessidade. Três coisas necessárias em nosso amor fraterno.
O PÃO
O Amor alimenta. Para percebermos isso, basta enxergarmos esta terra que, trata com amor, sempre dá seu fruto em tempo oportuno e para todos; basta enxergarmos o Verbo por meio de quem tudo foi feito.

O PERDÃO
O amor peroa. Sim, basta olharmos o Verbo, Filho de DEUS e nosso irmão, o Verbo que o Pai nos enviou, o Verbo crucificado que disse: "PAI PERDOA-LHES, PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM". (Lucas, 23:34).

A LIBERTAÇÃO

O amor liberta. Prova disso é o Verbo crucificado e ressuscitado, o CRISTO da Páscoa - passagem da morte para a vida, passagem nossa do egoísmo para o amor.
Pão, perdão, libertação: este é o amor do Pai para conosco; este é o amor que, imitando CRISTO, devemos viver no relacionamento com os outros de modo que nossa vida e nossa oração formem um todo verdadeiro.

O Pai que o homem todo e que todos os homens obtenham o alimento necessário de cada dia. Impedir ou falsificar a concretização desta vontade do Pai é roubar, é não orar, é não viver.
O Pai também nos dá o perdão. Mas, com a condição de nos perdoarmos uns aos outros. Não perdoar é ser violento.

O Pai nos quer livres de todo o mal. Só que esta libertação começa dentro de nós: "NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO".
Tentação é uma mentira aunciada ao nosso egoísmo, mentira que se compra, cola-se à nossa face interior e produz "felicidade". Só nos livraremos de todo o mal depois que nos livrarmos da mentira interior.

PORTANTO......."QUANDO ORARDES, DIZEI: PAI......."

FONTES:
Bíblia Sagrada
Livros - Lucas-Introdução e comentário, e,
              Procura e encontro.

Wilson de Oliveira Carvalho





 "DE DE UMA FEITA, ESTAVA JESUS ORANDO EM CERTO LUGAR: QUANDO TERMINOU, UM DOS SEUS DISCÍPULOS LHE PEDIU: SENHOR,ENSINA-NOS A ORAR COMO TAMBÉM JOÃO ENSINOU AOS SEUS DISCÍPULOS. ENTÃO, ELE OS ENSINOU: QUANDO ORARDES,DIZEI: PAI...(Lucas, 11:1).
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PAI NOSSO....

Impressionados com alguma coisa acerca da maneira pelo qual JESUS orava, um dos seus discípulos pediu orientação do tipo que João Batista dera. Seu pedido, "SENHOR, ENSINA-NOS A ORAR..", talvez quisesse dizer que queria uma forma de palavras que pudesse empregar, ou um padrão segundo o qual pudesse modelar suas orações.
As palavras iniciais de JESUS foram: "QUANDO ORARDES, DIZEI.."demonstraram que sua intenção era que a oração fosse usada exatamente como consta. No Evangelho de Mateus, 6:9-13, é introduzida com as palavras: "PORTANTO,VÓS ORAREIS..."
De qualquer forma nenhum de nós aguenta viver desligado de sua origem. Quem desconhece sua origem não conhece seu fim. Uma vida assim tem gosto de nada. Por isso é que a Bíblia começa com o Gênesis, e a oração de JESUS principia invocando o Pai.

O PAI - NOSSO QUE ESTÁ NOS CÉUS

O sentido dessas palavras irrompe de dentro dos primeiros capítulos do AT e do NT, ou seja, de dentro da própria vida. DEUS é Pai, nosso Pai, porque no princípio ele criou o céu e a terra, criou o homem à sua imagem e semelhança, e, homem e mulher, ele os criou e abençoou.
DEUS é Pai, porque no princípio já possuia um filho - O Verbo que estava com ele e era DEUS com ele. Sim o Filho que era o seu único Verbo, o Verbo por meio de quem tudo foi feito e sem o qual nada foi possível.
O mesmo Verbo que depois se fez carne e habitou entre nós, a fim de dar a todos que o recebessem assim - verdadeiramente DEUS e homem - a possibilidade de se tornarem filhos de DEUS.

O REINO -

SANTIFICADO SEJA O TEU NOME,VENHA O TEU REINO,FAÇA-SE A TUA VONTADE,ASSIM NA TERRA COMO NO CÈU.

Esse tríplice pedido visa alcançar um novo céu e uma nova terra, o mundo de um DEUS que é Pai, o Reino do DEUS que é Pai do Verbo, não o pai da mentira.
O tríplice pedido forma um todo, sendo que o pedido central - "VENHA O TEU REINO" inclui os outros dois. Com efeito, o Reino começa com a santificação do nome Divino, o que significa, da nossa parte, aceitação da realidade do DEUS que é Amor.
Aí está o Reino que constitui o objetivo da oração e da vida de JESUS - oração e vida que formam um todo, "ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU".

O AMOR -

O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE. E PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO NÕS TEMOS PERDOADOS AOS NOSSOS DEVEDORES; E NÃO NOS DEIXES CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRA-NOS DO MAL.

Novamente observamos um pedido tríplice: PÃO, PERDÃO, LIBERTAÇÃO. São três coisas que vêm do amor de DEUS para conosco, um amor concreto e do qual temos absoluta necessidade. Três coisas necessárias em nosso amor fraterno.

O PÃO -

O amor alimenta. Para percebermos isso, basta enxergarmos esta terra que, trata com amor, sempre dá seu fruto em tempo oportuno e para todos; basta enxergarmos o Verbo por meio de quem tudo foi feito.

O PERDÃO -

O Amor perdoa. Sim, basta olharmos o Verbo, Filho de DEUS e nosso irmão, o Verbo que o Pai nos enviou, o Verbo crucificado que disse: "PAI, PERDOA-LHES, PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM". (lUCAS, 23:34).

A LIBERTAÇÃO -

O amor liberta. Prova disso é o Verbo crucificado e ressuscitado, o CRISTO da Páscoa - passagem da morte para a vida, passagem nossa do egoísmo para o amor.
Pão, perdão, libertação: este é o amor do Pai para conosco; este é o amor que, imitando CRISTO, devemos viver no relacionamento com os outros de modo que nossa vida e nossa oração formem um todo verdadeiro.
O Pai quer o homem todo e todos os homnes obtenham o alimento necessário de cada dia. Impedir ou falsificar a concretização desta vontade do Pai é roubar, é não orar, é não viver.
O Pai também nos dá o perdão. Mas, com a condição de nos perdoarmos uns aos outros.
Não perdoar é ser violento.
O Pai nos quer livres de todo o mal. Só que esta libertação começa dentro de nós: "NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO".
Tentação é uma mentira anunciada ao nosso egoísmo, mentira que se compra, cola-se à nossa face interior e produz "felicidade". Só nos livraremos de todo o mal depois que nos livrarmos da mentira interior.

PORTANTO, "QUANDO ORARDES, DIZEI: PAI......."

FONTES:

Bíblia Sagrada
Livros - Lucas - Introdução e comentário
         Procura e encontro.
Wilson de Oliveira Carvalho








 








 
   
 
Wil
Enviado por Wil em 11/11/2005
Reeditado em 11/11/2005
Código do texto: T69947
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Sobre o autor
Wil
São Paulo - São Paulo - Brasil, 81 anos
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Wil