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Catarse

As vezes não sabemos o que escrever, só precisamos é fazê-lo; sem nos preocuparmos em sermos clichê ou não; em sermos primeiras ou terceiras sem passar pelas segundas pessoas dos plurais e o singular; não é como na poesia, onde tudo precisa se encaixar, onde é preciso canalizar o sentir; escrever as vezes é só sentir sem ponto final... em nenhum lugar. Não quero com isso traduzir o que sinto e não sei o que é, afinal, esse sentir é tão gostoso... anjos nos dedos, ele tinha anjos nos dedos, anjos e dedos, os dedos, e a música... meu deus, não quero saber porque... não sei se amo, sei desejo e isso é agora; e depois? é um sofrer e tudo outra vez... mas o que importa nesse momento? Ele tinha os anjos, os anjos nos dedos. E a música!? As lágrimas passaram perigosamente perto; eu queria ter chorado e lavado tudo *que clichê*, mas o choro era o mínimo que eu podia dar a ele...

               ... ele tinha anjos nos dedos....

                       ... anjos nos dedos...
Hoje eu não quero pensar!

10/8/06 09:00
Diego Filipe Araujo Alcântara
Enviado por Diego Filipe Araujo Alcântara em 10/08/2006
Código do texto: T213454
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Sobre o autor
Diego Filipe Araujo Alcântara
Camanducaia - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Diego Filipe Araujo Alcântara