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Derrepente, não mais que derrepente...

fabia
É o nome dela
doce flor do campo
imcomparável,
de textura aveludada.
Sim, sua pele se compara a mesma ,
como uma petala...

Seu perfume, de Amor feito,pós a um doce beijo.
Que desejo, assim tocar...

Seus labios
quentes e macios.
Como véu a ornamentar, seus cabelos
traz a brisa de um momento inesquecivel.

Que me trazem
um convite para poder toca-los.
E ao mesmo tempo
senti-los em minhas face.

Quando ao seu encontro
vou a um abraço.

Derrepente...
deste sonho envaidecido
pela sua presença,
Acordo...
mas denovo volto a dormir...



Poeta Doce
Enviado por Poeta Doce em 13/08/2006
Reeditado em 31/08/2006
Código do texto: T215495
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Sobre o autor
Poeta Doce
Taubaté - São Paulo - Brasil, 40 anos
9 textos (415 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 20:35)