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TERMINAL EM SILÊNCIO

Venho aqui, estou só, existem várias pessoas, mas estou só. Consegue me ver? Estou aqui do seu lado. Não, desse não! Do outro. Agora consegue me ver? Também não? Tudo bem, só queria que soubesse...
Tenho medo do meu “não medo” do que possa acontecer. Ouço a morena, ela diz: “Não isso não pode, não pode acontecer!” Mas por que não pode não poder acontecer? Oh, silêncio! Meu incansável amigo, vives comigo, queria ser teu inimigo para contigo não mais falar, entretanto seria mais compulsivo o teu carinho para comigo só pelo simples fato de contigo não falar. Muitos sabem poucos vêm, muitos falam, mas não sabem, e falam e sabem o que não devem falar. Fiquem mudos! Quanto a mim eu mudo, mudo para bem longe, refaço meu horizonte, mas antes preciso me esperar e esperar que me esperem.
Se puder deixe recado! O silêncio será meu aliado e, por favor, não se zangue caso ele não falar. È que silêncio é silêncio, ele não consegue pronunciar. Ele só escuta e traduz num olhar, num simples e sincero olhar o que todo mundo queria escutar.
kinho scj
Enviado por kinho scj em 01/09/2006
Código do texto: T230643
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Sobre o autor
kinho scj
Feira de Santana - Bahia - Brasil, 32 anos
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kinho scj