“Infância”

Se pensar nos detalhes, a vejo longe,

Se vagas são as lembranças, foram ainda

Ontem, quando me lembro do cheiro

Do café entre os cafezais, lembro-me

Da menina morena de cabelos escorridos

Aos ombros, menina que morava la nos

Confins da fazenda, as brincadeiras de

Menino às vezes era de imaginar o

Futuro, como seria a vida de um Homem

Maduro? Infância, doces momentos que

A degustamos com tanto prazer que nem

Damos conta da breve e ágil passagem, por

Isso e que hoje só restam lembranças

Da doce infância, do cheiro do café e a

Saudade da menina morena de cabelos

Escorridos, caídos aos ombros, la dos

Confins da fazenda.

Joel Costadelli
Enviado por Joel Costadelli em 08/12/2010
Código do texto: T2659826