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O Último Discurso (Não Nos Restam Esperanças)

Do chão,levante-se ainda nos restam.
esperanças de tentar chegar ao fim do horizonte.
não podemos voltar...
a trilha se enche com pegadas e rastros de derrotas.
o calor permanece em nossos corpos que frios.
mantém em se por causa de nossos medos.
a adrenalina foi colocada para trás e tudo demora pra.
acabar e as correntes que nos envolvem é nossa única.
salvação e desconfio que há covardes entre nós...

Ergue-se os olhos e avante entre os corações em chamas.
Ergue-se o peito e não se arrependam ao cumprir o por quê.
Passamos horas esperando por você que não vai voltar.

O sangue escorre como a chuva e a há.
tanto tempo o silêncio não tem sido tão alto.
tu não vês?
o destino está marcado para alguns e.
a única coisa que move as nossas pernas é apenas o.
fato de querer chorar porque quem nos ama nos abandonou.
coragem,fazemos guerra pela nossa nação e tantos dias.
se passam e nossa filosofia de viver já não faz jus a nossa causa.
correr,correr e corremos através das montanhas até a noite voltar a.
ser nossa última esperança.
Bruno Barroca
Enviado por Bruno Barroca em 28/10/2006
Código do texto: T275824
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Sobre o autor
Bruno Barroca
São Paulo - São Paulo - Brasil, 26 anos
9 textos (351 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 06:19)