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Minhas palavras

Minhas palavras se saturaram da vida. Por isso hoje me calo, me silencio. Elas já não querem mais ser lidas ou tocadas...
O papel em branco não mais serve para confortar as letras que discorriam naturalmente como se houvesse encontrado o seu mundo, o seu lugar...
Não existe lugar no mundo para as palavras vazias, elas ficam perdidas em alguma página não lida em busca de um alguém, mas as pessoas já não são mais as mesmas, já não lêem como liam e por isso me calo...
Minhas palavras se decepcionaram e por isso partiram para o desconhecido onde nem elas sabem que elas existem ainda.
A grama verde se tornou opaca, o brilho de alegria nos olhos se transformaram em lágrimas e hoje... hoje elas choram por não mais ser o que foram e se sentem mais perdidas por não saberem o que serão.
Palavras, o doce que um formigueiro levou... estão suspensas e estão sozinhas!

Magia
Enviado por Magia em 11/11/2006
Reeditado em 10/06/2011
Código do texto: T288621

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Sobre a autora
Magia
São Paulo - São Paulo - Brasil
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