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Entre o Julgado e a Beldade

Já partimos antes mesmo da
fumaça encher os pulmões e não
aceito você me deixar aqui
enquanto as promessas queimam
em nossa cama
Teu corpo arde mais que o sol
mas é a única sensação que tenho
dos momentos onde ninguém era ferido
os dias em que achei estar tão certo
me fizeram odiar as palavras que corroem
teu corpo e derramam o copo que alivia
a tristeza em teu olhar

Pensei não ser idiota ao menos uma vez
carregando tantos espinhos em minha mãos
eu sei,que nunca irá mudar mas é dificil correr
entre todos seus defensores que tentam me dizer
que a sua felicidade é infinita e seu sorriso
destrói todas minhas vontades de acreditar ser
amado por todos que me abandonaram

E aqueles de tiram frases de minha boca
sabem que minha lábia já não é mais a mesma
mas quando dizem palavras que afirmam que
um dia direi me recuso a responder apenas me esforço para não sorrir.
Já não vale mais proteger a ti minha eterna vitória
porque o amor que me deu não mais corresponde
a enfrentar aqueles que não tentam entender.

Adeus agora que essa é nossa única saída
espere que as chamas vão incendiar todos
os caminhos que ligam as nações covardes
isso só fará perceber que suas válidas obras
são fracas ao toque de seu olhar
e acreditar que a água poderá ajudar combater
suas vontades já não é algo sensato,por que isso
fará perceber que seus lindos arranha-céus são feitos
de areia creio eu.
Bruno Barroca
Enviado por Bruno Barroca em 21/11/2006
Código do texto: T297397
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Sobre o autor
Bruno Barroca
São Paulo - São Paulo - Brasil, 26 anos
9 textos (351 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 12:31)