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Nós, eu, Anabelle, eu mesma - confusão interior?

Seu nome era Anabelle, era apenas uma garotinha.
Será que ela se lembra daquele dia de chuva?
Costumávamos andar juntas com nossos sorrisos falsos,
Nossas aparências falsas.
Conseguiu um mestre para te fazer amar?
Eu sou tão jovem! Você também era, e não aprendemos a amar!
Deus eu preciso de um mestre!
Nós precisamos viver mas apenas existimos!!
Será que algum dia alguém viveu de verdade? Será que não era apenas
Uma falsa ilusão de satisfação?
Lembro-me bem quando estávamos juntas!
Você era eu, mas você que era a minha melhor parte morreu!
Aonde você foi Anabelle?
Será que você ainda esta em alguma parte dos meus sonhos?
Meu pedaço imaginário favorito era você!
Deus eu achei um amor! Isso é real?
Onde será que ele anda agora?
Será que isso é amor de verdade?
Tantas pessoas dizem “eu te amo”, mas um falso “eu te amo”.
Percebi que muitas vezes até essas três palavras servem de satisfação,
Querer aumentar o seu ego próprio!
Não que todos que amem de verdade digam um falso eu te amo!
Quem nunca se feriu ao ouvir ou dizer isso?
Quando tudo se acaba há a decepção, não era o amor real, foi-se um tempo perdido,
Palavras gastas para nada! Só para aumentar o ego daquele que te fez sofrer.
E você por dentro vai morrendo e ninguém nota, você não vive mais!
Anabelle morreu assim, morreu por amor, por tristeza, não teve mais forças para agüentar a pressão e a falsidade que isso trouxe!
Será que eu morrerei assim?
Será que serei fraca ou eu morrerei mil vezes assim?
Não acho que morte é só uma... eu cairei mil vezes e irei me reeguer?
O tempo dirá.

Mariana Maximo
Enviado por Mariana Maximo em 26/11/2006
Código do texto: T302224
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Sobre a autora
Mariana Maximo
São Paulo - São Paulo - Brasil, 26 anos
27 textos (5469 leituras)
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Mariana Maximo