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Antiamericanismo

   Depois da reunião no Beco do Rato na velha Lapa, o pessoal foi fazer uma boquinha. Chegaram até o boteco do Peçanha, ali na Mem de Sá, mas já estava fechado. Então decidiram matar a fome numa fast food que ainda estava aberta. Uma fast food que se encontra em diversos lugares desta cidade. Mac Donald´s. As crianças que estavam ali presente ganharam alguns brinquedos da Nárnia.
   Quando se despediram, cada um foi para sua casa. O Heitor, que sempre fora o mais romântico da turma, quando chegou em casa colocou uma música do Sinatra. Puxou Ângela, sua companheira - pois era assim que a turma chamava um ao outro - e dançaram a noite toda. Dançaram o blues e o jazz, enquanto as crianças dormiam.
   Roberto que era mais ligado a literatura, ao chegar em casa foi logo atrás de seu romancista predileto, o bruxo do Bronx: Paul Auster. Paul Auster sempre foi sua referência existencial. Suas histórias e experiências sempre fizeram sua cabeça.
   Vânia que mantinha-se mais infantil pegou seus gibis e dava gostosas gargalhadas com as trapalhadas do Pateta. Mas o que ela gostava mesmo era da Luluzinha e Bolinha.
   E o Pedro Brasil para fortalecer seu antiamericanismo via os filmes de Michael Moore e os desenhos dos Simpsons.
   Ah, esta América! Até os que te odeiam deleitam-se com suas guloseimas!
Rodiney da Silva
Enviado por Rodiney da Silva em 29/11/2006
Código do texto: T304341

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Sobre o autor
Rodiney da Silva
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 46 anos
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Rodiney da Silva

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