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Demasiadamente Humano

Procurei em tudo e por todos os lugares, sem saber o que estava procurando. Mesmo assim encontrei:
Achei interessante que; cada pessoa que passou por mim deixou um pouco de si. Então presumi que, mesmo as que já se foram e mesmo as que nesse momento estão partindo, provavelmente também tenham levado um pedacinho de mim. Desejei então que estes pedacinhos que cada um tenha levado, fosse o melhor pedacinho: Sempre.
Encontrei também a fonte do "refazimento", claro que não poderia ser em outro lugar " ". Vi então que a cada momento que minha vida se refazia sempre tinha uma, duas, ou mais estrelas, com brilhos diferentes; mas brilhos que emanavam paz, amor, carinho.
A estas estrelas chamei-as de amigos, irmãos, amor.
E neste momento também desejei que por uma fração de segundos também tenha sido uma estrela para alguém em algum momento.
Achei o sentido de cada sentimento, mesmo aqueles não correspondidos. Saberia agora que o amor incondicional não espera retorno e que amar é mais importante que ser correspondido.
Pois a outra parte pode não corresponder, pelo simples fato de não saber amar.
Então vi a verdadeira importância do perdão, pois sendo demasiadamente humanos somos passíveis de erros e assim merecedores do perdão.

alê quirino
Enviado por alê quirino em 30/08/2007
Reeditado em 07/05/2008
Código do texto: T630374
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Sobre a autora
alê quirino
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 37 anos
22 textos (4450 leituras)
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alê quirino