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Escolha, caminho, opção...

Escolha, caminho, opção...

Meus amigos dizem que eu sou fria, que tenho coração de gelo. Que passo por cima de qualquer coisa, sem arranhões. De jeito nenhum.

Me defino como uma pessoa prática." - A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional." Nunca tive talento para a auto-flagelação. Tem gente que tem que ler o Drummond umas cinco vezes para entender o que ele quis dizer com essa frase, algo que não deveriam demorar tanto para entender. Já deveriam nascer com este pensamento e digo ainda mais: não é um pensamento e sim um princípio.
Fui bem tratada a vida inteira, por isso gosto de reciprocidade. Odeio gente não entusiasmada com o momento. Comigo é do meu jeito e se não tiver bom baby ( haha), passe mais tarde! (huhu). O produto tem qualidade, tem garatia e se não gostar é só devolver, tem uma fila só esperando a porta abrir (hihi).
Nunca está na hora de sofrer, não existe essa hora... Mas o que tem de gente neste momento que respira a sofrimento... que permite estas horas... irritante e inquietante.
Não permito que terceiros me atinjam. Se eu for sofrer, prefiro por momentos que eu mesma fiz e criei. Opção apenas. Escolha é a coisa mais simples que se definiu e se inventou. OU é isto que se quer, OU é aquilo e pronto, acabou. Nada de definições, nada de se falar em estratégias.
Se há escolha, há caminhos, há opções... e há a busca. Se o objetivo sempre for a felicidade, não há como errar.
Deixar a opção para que uma outra pessoa dê o caminho por você e dite as regras.. é tirar o mérito desta conquista. A felicidade, a paz, saudar momentos é uma conquista e não a divido com ninguém. Há escolhas/caminhos/opções demais nessa vida para se colocar somente nas mãos de terceiros.
Algumas coisas para que outros não me entitulem como egoista, até permito que escolham por mim, mas este "mim" estará presente também. Confesso que uma ou outra escolha com participação de outrem acontece, mas não todas.
Há milhares pessoas nesse universo, cientistas e outros intelectuais  dizendo que todos nós somos diferentes. Mas o que eu vejo por aí, é que os casos se reptem e só mudam os personagens. Falta de criatividade geral- total! Como é que pode!? Mesmas histórias, sem escolhas algumas!
Somos diferentes, ambientes diferentes e as histórias se repetem... No momento que escrevo isso há uma forte indagação aqui dentro, certo nervosismo e inquietação. Vontade de tapar os ouvidos, fechar os olhos para a falta de criatividade-total-geral.

Escolha:
Troque a mocinha pela bandida: O que que tem cometer atos "ílicitos" aos olhos dos outros, mas que te fará feliz?!
Se dê mal em finais felizes: Não se anule, se 95% deu certo e 5% deu errado e foi isso que você guardou, "pro" espaço o conto de fadas. 95% ainda é pouca garantia.
Faça grandes investimentos em pequenas pessoas: São as pessoas desinteressadas que aprenderá a se interessar por você com sinceridade.
Se as experiências não resultam em aprendizados: E daí? Continue entrando em roubadas, nada como histórias para contar aos amigos, filhos e netos!

Não tolero falta de caráter, mentira, enrolação, falta de grana, ciúme, chatise, falta de sonhos... Além de não ter tolerância, detesto.
Acredito em duendes, gnomos, bruxas, mágicas verdadeiras... menos em pessoas perfeitas! Mas não dúvido de mim e nenhum momento. As minhas escolhas partem de mim mesma. Essa é a minha garantia.
Ju Maria
Enviado por Ju Maria em 02/09/2007
Reeditado em 04/04/2009
Código do texto: T635569

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Sobre a autora
Ju Maria
Bauru - São Paulo - Brasil
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Ju Maria