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NOTANDO ESTÁTUAS TATUAREM O PRÓPRIO CORPO ENQUANTO O INVISÍVEL PASSOU POR AQUI E EU NEM NOTEI

   
    CORRIA DOS MEUS SONHOS ETERNOS DA CAMA A MARATONA.
  MEDINDO EM WEBER O CHORO DA VELHA NOIVA CAÍDA EM COMA.
               SIM,PERDI MEUS DEDOS EM ANÉIS DE RÚBI.
  SEM TEMPO PARA VOLTAR ATROFIA-TE MÚSCULO DE TANTO SORRIR.
               CHORAR FICOU SEM SENTIDOS AGORA QUÊ.
          MEUS OLHOS SUMIRAM NAS AREIAS DESTE INFERNO.
 
           NOTÁVEIS ESTATUAS QUE SE TATUAM SEM SABER,
             DOS DIAS DE TREVAS EM QUE QUERO MORRER .
          NOS CORPOS INVISÍVEIS QUE ATORMENTAM GEZEBEL,
           SUPRESOS VENDO A FACE ESCURA DO DONO DO CÉU.

MUNDANAS SERPENTES EM QUADROS TÃO GÓTICOS QUE NUNCA VI
   PAREDES COM BOCAS, MONSTROS MARINHOS QUEREM ENGOLIR.
        A FOME QUE MATA AS CETE EM PONTO NOSSAS CRIANÇAS,
          COMO TENTAMOS MATAR EM VÃO NOSSAS LEMBRANÇAS,
                ESTOU NERVOSO É MINHA PRIMEIRA VEZ POR AQUI.
             SENTINDO OS LIRIOS LEPISMATÍDEO APAGAR O SOL.



 
DIEGO HUXLEY
Enviado por DIEGO HUXLEY em 12/09/2007
Código do texto: T648635

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Sobre o autor
DIEGO HUXLEY
Sobradinho - Distrito Federal - Brasil, 30 anos
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DIEGO HUXLEY