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AMOR E LIBERDADE

Amor e Liberdade
 
O amor quer a pessoa amada sempre mais bela, mais amante de nós, se possível. Tal sentimento, abstrato na teoria, mas concreto na prática; sem dúvida, é o sentimento mais ingrato do mundo. Como diria Goethe: é o cálice da alegria e da tristeza. Mas vale a pena amar? Ah! Como se nós pudéssemos escolher. Ao mesmo tempo, que temos a tal liberdade, seja ela biológica, que seria mais conveniente chamá-la de "espontaneidade" e que é própria de todos seres vivos; ou a "liberdade psicológica" - ( liberdade de escolha e ação); não conseguimos distinguir; não sabemos o que fazer com essa "Tal liberdade". Se pudesse, não escolheria amar! Esse sentimento me machuca! Mas ele me escolheu! Sofrendo ou não, eu amo! Então, para que serve a liberdade no amor?Se nós não escolhemos a pessoa amada; por exemplo: eu quero amar aquela pessoa. Esse é o único sentimento que não lhe permite a escolha; ele vem, entra dentro de ti e pronto! Você está amando! Mas este grande e magnífico "sentimento" torna-se ilusório e fictício e causas frustações humilhantes, se o homem não tem condições de aproveitá-lo e concretizá-lo nos fatos. É preciso torná-lo livre. Mas como?
Eduardo Cardoso
Enviado por Eduardo Cardoso em 09/10/2007
Código do texto: T687054

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Sobre o autor
Eduardo Cardoso
São Paulo - São Paulo - Brasil, 38 anos
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Eduardo Cardoso