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SEMPRE O AMOR

Estou prestes a acreditar que é verdade. O amor, o amor mesmo, é como aquele fermento que você recebe nas "correntes" do pão da  fartura, do bolo da felicidade... Você recebe um pouquinho do fermento, com uma fatia (do pão ou do bolo), para saber que é gostoso, que vale a pena seguir a receita. Então, segue as instruções: um dia põe isso; outro dia põe aquilo; outro diapõe o outro. Se tudo foi feito corretamente, o fermento cresce. No terceiro ou no quarto dia, é possível fazer seu pão (ou seu bolo) com um quarto do fermento. Ele fica delicioso, você pode saboreá-lo, mas deve tirar três fatias para oferecer às três pessoas que receberão o fermento de suas mãos. Se queremos a fortuna ou a felicidade, não podemos guardar o fermento (eu até sei começar!). O "fermento" tem que seguir adiante. Dessa forma, ele pode correr o mundo, ele nunca acaba. Isso é simplesmente lindo!


Nilza Azzi
Enviado por Nilza Azzi em 29/10/2007
Reeditado em 29/10/2007
Código do texto: T715608

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Sobre a autora
Nilza Azzi
Campinas - São Paulo - Brasil
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