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Asas de borboletas


Um olhar pode ser profundo
Sabendo-se olhar dentro dos olhos
Olhando o olhar dos olhos,
Ver pôr de trás dos brilhos.

Voar com o vento
Estabilizando as asas em repouso na ventania
Trombada de insetos diversos,
Uma borboleta com uma mosca.

As nuvens desmancham água,
Sobre asas cansadas de pássaros adormecidos.
As folhas verdes fazem trampolim de gotas,
Que vem às penas,
Que escorre em galhos,
Que desabam sobre asas de borboletas.

Relações humanas são como gotas
Escorrem de mão em mão,
Novas ilusões, novas nuvens
Trovões encharcados, ciclos intermináveis,
Mas cada vez que o sol brilha...
As lágrimas secam e novas nuvens se formam.

Voar sobre estrelas
No espaço sem matéria e sem vida
Conhecendo novas galáxias, novos pensamentos
O ser humano é tão completo
Mas só pensa no tempo passado,
Pois viver é nunca retornar.
 
Um ser humano não pode
Ter tanta bondade ou maldade
Que abranja a humanidade toda.
Da discussão nasce a verdade,
Da natureza sempre a esperança.

Buracos negros, Explosões cósmicas,
Explicações teóricas, atos práticos
Corremos contra a vida
Para viver dela um pouco mais.

E tudo que vivemos, não esquecemos e vivemos novamente
Pelo mesmos passos passados.
Lorenzo Giuliano Ferrari
Enviado por Lorenzo Giuliano Ferrari em 11/11/2007
Código do texto: T732516
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lorenzo Giuliano Ferrari
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
1837 textos (51321 leituras)
1 áudios (2457 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/10/17 18:31)
Lorenzo Giuliano Ferrari