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Devaneios de um poeta sóbrio e só

Sem demora, desço as escadas de minha alma, não tenho pressa, você não está mais lá.
Passo por mim uma ou duas vezes, cumprimento-me e continuo a minha caminhada.
Esta vida e mesmo cheia de sonhos, e mais um sonho me enche a vida, faz-me vivê-la e outra vez chorar.
Creio que a maioria das pessoas não saibam, mas tudo o que se vive tem seu preço e digo-lhe, nem sempre é tão fácil pagar.
A morte nada mais é que o início, afinal, é preciso a morte para viver. Ninguém nunca vive sem que se morra alguém.
Tudo que se vive nos é apresentado tão tragicamente que esquecemos de comemorar. Pois bem, me questione então: "Comemorar o quê?"
Te respondo tão rapidamente quanto sua intrigante colocação:
"Estamos vivos, isso não te importa?"
Janilson Guilherme
Enviado por Janilson Guilherme em 12/11/2007
Código do texto: T734098
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Janilson Guilherme
Montes Claros - Minas Gerais - Brasil, 32 anos
22 textos (938 leituras)
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Janilson Guilherme