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Ahh, este desejo...

Realmente são loucos os indecentes verbos que rogo...
Mas odiá-lo... será quase impossível ... O simples fato que me faria o odiar, seria me deixar a desejá-lo tanto todas as noites...
Você me faz sentir como estes bonecos de vitrine, que apenas observam o tempo passar e as pessoas vivendo ... Julgas que eu morri então ?
O poema me olha ... Porque meu sentimento ... meu desejo .... ainda não está preso  dentro do espelho... porque ainda está radiando luz ... E sabe da minha ânsia ...
E a razão das minhas palavras não deixa mentir ... E no ensejo do momento o poema quer me acariciar, quer me fazer companhia...
Porque neste momento minha alma  só tem a si mesmo, e uma imensidão de Pensamentos, sentimentos, vontades e lembranças.... Estas que jamais morrem... e ficam pulsando em mim...
E o que resta apenas é um papel em branco  na tentativa  de  descrever tudo isso..
Lee Gaspar
Enviado por Lee Gaspar em 04/12/2007
Reeditado em 04/12/2007
Código do texto: T764195

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Sobre a autora
Lee Gaspar
Campinas - São Paulo - Brasil, 31 anos
22 textos (10031 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/08/17 00:08)
Lee Gaspar