À Espera

ESPERO.

Você não chega.

O tempo passa.

O relógio tem pressa.

Os momentos que pensei que seriam

Para abraços,

beijos,

atos de amor

Ficaram só na imaginação.

Momentos de angustias

Frustrações

Misturaram-se a interrogações.

Por quê?

ESPERO

Se não foi neste

Pode ser nos momentos futuros.

Nada posso fazer.

me resta esperar

só.

ESPERO

Até quando?

A Esperança é verde

(fruta que se enrola em jornal velho para amadurecer)

É quase Eterna.

L.L. Bcena, 06/02/2000

POEMA 349 – CADERNO: LÍRIO AMARELO.

Nardo Leo Lisbôa
Enviado por Nardo Leo Lisbôa em 02/09/2011
Código do texto: T3197319
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