O DESPERTAR

A curva que fez o vento

Em corpo nuh sedento

De fome, sede amor atento.

Vesti-me dos trapos que não mais

Serviam-me, em off permaneci

Calei! Em silencio sonhei,

Despercebida e só ergui.

À volta!

Deslumbrante, linda

De curvas sinuosas, olhar atento.

Ao tempo que julgaste.

Sublime, leve como uma pluma.

Apresentei-me ao luar

Que brilhaste tão somente

Para os passos leves

Sobre areias,

Vestida de seda fina que lhe cobria,

As curvas faceiras um corpo

Escultural de uma linda sereia.

Olhares sinuosos

QUE

Diziam: enfim voltei.

Renata Braga
Enviado por Renata Braga em 20/11/2014
Código do texto: T5042531
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