Triclínio

Ave...! Ave...! Ave-de-Rapina!

Ave-avelós! Velocímetros

De mim, sem meio, início nem fim

Porém, a quem serve

As contas do rosário

Jogadas do alto da ínsula?

Ora, aqui e mais além

Nádegas de mim, Ás de ti, somos

O que somos: o resto in-sumos

Gilberto Oliveira
Enviado por Gilberto Oliveira em 17/10/2015
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