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J U S T I Ç A

JUSTIÇA
 
Procuramos a justiça na vida..
E quando ela não vem,
ficamos em inquietude.
Que estranha lida.
Seria melhor com desembaraço,
procurar a Fonte da Juventude.
A Justiça nunca existiu;em espaço.
O mundo funciona diferente.
Os pássaros comem os vermes.
E justo para os vermes?
As aranhas comem moscas.
E´justo para as moscas?
Os pumas matam coiotes.
E´justo para os coiotes?
Furacões, sede, fome,
índios massacrados; a linguage.
Esta a ânsia selvage.
Livros "sagrados" são manuais de guerra.
E padres e pastores fazem ultraje.
 
Veio um Avatar e falou em amor. Milagre.
Os religiosos falam até hoje com sonido.
Distorcem os ensinamentos, do martírio.
Era Romana,dor que o Avatar padeceu e padece.
E devoram-no com vinho. Antropofagia.
Comem-no com ardor , toda criatura.
E se esquecem do caminho, santificado.
Injustiça que ficou num madeiro.Uma fritura.
 
 
 
DON ANTÔNIO MARAGNO LACERDA
Prêmio UNESCO/poemas/jornal.
 
www.jornaldosmunicipios.go.to
 
 
jornaldosmunicipios@ig.com.br
DON ANTONIO MARAGNO LACERDA
Enviado por DON ANTONIO MARAGNO LACERDA em 20/01/2006
Código do texto: T101218
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Sobre o autor
DON ANTONIO MARAGNO LACERDA
Campinas - São Paulo - Brasil, 79 anos
55 textos (2587 leituras)
2 e-livros (95 leituras)
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DON ANTONIO MARAGNO LACERDA