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A ÚLTIMA FLOR DE LÁCIO



OH! PATRONO PORQUE PARTISTE
DEIXANDO ÓRFÃ TUA GENTE
A TI ELEVO UM LAMENTO TRISTE
EM  MINHA PRECE MAIS PUNGENTE

LIBERTA-NOS  DO ESTRANGEIRISMO
E DA CULTURA GLOBALIZADA
SOB  GARROTE DO COLONIALISMO
NOSSA FÉ FOI DESERDADA

NO MOSAICO DA MÃE LÍNGUA
FENECE A ÚLTIMA FLOR DE LÁCIO
QUE DE TANTO DESPREZO, MÍNGUA
NOS LÁBIOS INFIEIS É ESCÁRNIO.

ERGUEI-VOS IMORTAIS COMPANHEIROS
O INFORTÚNIO BATE À PORTA
SEDE HERÓIS, SEDE GUERREIROS
A ESPERANÇA NÃO É MORTA

NÃO ESPEREIS PELA ESQUADRA LUSITANA
NALFRAGADA EM LONGICUOS MARES
O CRIADOR NOS DEU ENGENHO E GANA
PARA NO CÉU  CRUZAR  OS MARES ARES

RENASCE A LIRA DOS TROVADORES
QUE NESTA ILHA SEMEOU A PROSA
SOMOS  HERDEIROS DE MIL AMORES
POVIR DAS RAÇAS EM TERRA NOVA.
Antonio Virgilio Andrade
Enviado por Antonio Virgilio Andrade em 07/03/2006
Código do texto: T119922
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Sobre o autor
Antonio Virgilio Andrade
Riacho Fundo - Distrito Federal - Brasil
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Antonio Virgilio Andrade