áspera nau

desvirtue o pretexto, aspereza de ausência;

fenda na riqueza, plenos olhos imaturos.

olhe no espelho, se convença

todo gesto sutil é pouca luz

contida na cripta do passageiro.

não! a seu gosto, se pronto não evapora,

estampa no ar reminiscências.

deleite labial entorpecente.

ilude tato, amanhece cinza.

segue-se carência, espaço ralo

ínfima nostalgia.

jeferson bandeira
Enviado por jeferson bandeira em 08/01/2009
Código do texto: T1373661
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