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O Silêncio das palavras

VOLTEI ÁS PALAVRAS, ESPAÇO EM BRANCO NUM TEMPO A CORES,
DISPO A POESIA, E ÁS VEZES NÃO DOU CONTA,
QUE O SILÊNCIO DA GRANDE CIDADE INVADE,
MELANCOLICAMENTE OS MOMENTOS QUE QUERO ETERNOS.
PERCO-ME NO ESCURO, DESTAS PALAVRAS,
EM CADA FOLHA QUE CAI NOS BOSQUES,
SINTO O SILÊNCIO NESTE SÁBADO DE JANEIRO,
POR DENTRO DE MIM MESMO, E FORA DE MIM,
RESTAM AS PALAVRAS AFECTUOSAS DA TUA VOZ,
COISAS QUE FICAM NO LADO ESCURO DA NOITE.
O SOL NASCE NAS MINHAS PALAVRAS,
MAIS COLORIDAS DE AGUARELAS,
COM O PERFUME DA PRIMAVERA,
PELA CALADA DAS PALAVRAS,
COM O MESMO BRILHO DOS SONHOS

David Lopes
23\06\96
Bom Amigo
Enviado por Bom Amigo em 23/04/2006
Código do texto: T144179
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Sobre o autor
Bom Amigo
Portugal, 66 anos
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