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até logo.

Perdoe-me a pressa, querida
mas é isto o que a cidade me exige.
Todavia não me rendo,
e toda essa correria até entendo.

Perdoe-me a ausência, querida
mas é que eu sumi no ir e vir do dias
e na hostilidade das ruas.
Quando puder, volto pras carícias tuas.

Perdoe-me a demora, querida
mas eu me perdi nas sentenças fingidas.
Vou procurar o meu mundo,
fugir de tanto desvio,
e se ele deveras não existir, eu crio.
Adolpho Ferreira
Enviado por Adolpho Ferreira em 01/05/2006
Reeditado em 22/01/2009
Código do texto: T148316
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Sobre o autor
Adolpho Ferreira
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 31 anos
16 textos (935 leituras)
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Adolpho Ferreira