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A morte da borboleta

Sem as asas da utopia
a borboleta queda-se
           prostrada.

Haverão motivos ainda para voar?

Talvez novos sonhos
           se formem ao amanhecer.

Mas a vida da borboleta
já se esvaiu em pólen
           de flores famintas.

Amanhã... Quem sabe...

Bem-me-quer! Mal-me-quer!

As asas da poesia sempre renascem.
Fazem ninhos em lugares inusitados
e pousam em almas desavisadas.
Clamam, chamam,
a lagarta que se foi.

Fênix dos versos
Amor dos reversos
Poema de (re)nascimento!

Paola Caumo
Paola Caumo
Enviado por Paola Caumo em 03/05/2006
Reeditado em 03/05/2006
Código do texto: T149858
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Sobre a autora
Paola Caumo
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 47 anos
167 textos (6281 leituras)
17 e-livros (808 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 22:30)
Paola Caumo