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Solidão a dois

       Nós que tanto nos amamos,
       tantas vezes nos apaixonamos
       e outras tantas nos devoramos.

       Foram tantos "eu te amo"
       e se a cama ficava vazia,
       a sudade era como azia.

       Antes, a intensa procura
       hoje, só o silêncio perdura
       nessa nossa solidão a dois.
   
       Na distância que dura
       e em toda dor que arde,
       permanece a saudade.

       E na indiferênça de um
       a solidão do outro.
Rivelino Matos
Enviado por Rivelino Matos em 16/05/2006
Reeditado em 08/12/2007
Código do texto: T157211

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Sobre o autor
Rivelino Matos
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil
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Rivelino Matos