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Poesia da esperança


Soprou, de onde não sei,
o vento da mudança,
desnudou o pobre e o rei
e quem não era virou criança.

Veio lento o tal vento.
Brisa leve e faceira
provocando brincadeira
soprando sem lamento.

Bailou folha e poeira
dançou galho, árvore inteira
num bailado intermitente
provocado pelo vento insistente.

Soprou, eu vi, eu sei.
O constante vento da mudança
e trouxe o gosto que provei
o mel, melado da esperança.

E tanto ventou a tal ventania
que varreu as nuvens pesadas
e clareou de tal forma o dia
que as tristezas viraram águas passadas.


29/09/04
Mauro Gouvêa
Enviado por Mauro Gouvêa em 17/05/2006
Reeditado em 20/07/2006
Código do texto: T157685

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Sobre o autor
Mauro Gouvêa
Alfenas - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
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3 áudios (837 audições)
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Mauro Gouvêa