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Todos somos iguais

- Mãe, posso ir na casa do meu amiguinho?
- Qual filho, o negrinho?

- Pai, vou ser bailarino quando crescer!
- Não filho! Isso é coisa de gay!

Quantas vezes não paramos para pensar
Que cometemos preconceitos?
Com bases infundadas?
Como podemos ver, através dos exemplos que citei,
O preconceito pode começar desde quando somos crianças
Como um pai, uma mãe ou qualquer outra pessoa
Pode influenciar na vida de uma pessoa, para amanhã
Se tornarem pessoas rancorosas

O preconceito é uma forma estúpida
De um ser achar que é melhor que o outro
Sim, “achar”, porque somos todos iguais, não?
Temos coração, braços, pernas, mesmos sentimentos...
Se você parar um dia para conversar a fundo
Com alguém que você se sinta indiferente
Vai descobrir que era apenas impressão,
Que aquela pessoa se parece com você, muito mais
Do que outros amigos seus

E que o preconceito é uma coisa
Besta, estúpida, desumana
Que nos torna seres calhordas, bestas, infligidores
Da lei do criador que deixa bem claro:
“Todos somos filhos de Deus, independente de cor, crença ou sexo”

Mary Christi
Enviado por Mary Christi em 08/06/2006
Código do texto: T171994
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Mary Christi
Guaratuba - Paraná - Brasil, 28 anos
11 textos (734 leituras)
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Mary Christi