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Poeta, não fingidor

Sou assim,
sou poeta,
e assim
para sempre serei.

Mas não serei fingidor
como dizia Fernando.
Escreverei verdades, rotineiras,
ou incomuns, verdades de todo tipo,
boas ou ruins (que são muitas).
De fingimento e fingidores
já estou farto, já temos muitos
no planalto, nos estados
e nas prefeituras.

Fingem os governos,
e finge a população,
finge que sabe do que reclamar,
mas continua errando e
achando que figem bem,
em suma, continuam se ferrando.

Triste sina,
de quem finge tanto
que acaba afundado
em sua própria poesia cotidiana.
Laerte Brandão Sancho
Enviado por Laerte Brandão Sancho em 24/06/2006
Código do texto: T181574
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Sobre o autor
Laerte Brandão Sancho
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil, 28 anos
15 textos (888 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 17:07)
Laerte Brandão Sancho