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Ancorados numa espécie de cais

Coberto de folhas
Não vi o rumo das coisas
Mergulhado em águas internas
Somente segredos amorosos
No caminho estreito
Ancorados numa espécie de cais.
A manhã já ia alta!
Cheiro doce d'água
Agitando dentro do meu peito.
Se tivesse sorte
Ou mais  que isso,
Ver o fogo dentro daqueles olhos!?
Flores enchiam os vasos d'alma
Num misto com a escuridão
Apreciando a calma morna da tarde.
Aquele céu estrelado
A noite fresca e perfumada
Prenunciava um outono bonito
A lua crescente no céu repleto de estrelas
Despedia-se silenciosa,
Apetitosa com as primeiras luzes de alvorada
Nesses assuntos do coração
Tudo se ajeita!

Valter Queiroz
Enviado por Valter Queiroz em 25/06/2006
Reeditado em 06/05/2016
Código do texto: T181889
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Valter Queiroz
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 41 anos
118 textos (4528 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 20:08)
Valter Queiroz