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A mais natural das peças

Há uma peça escrita diferente
Tecida aqui e agora,sem a mente
O crepitar da brisa nas folhas
A vida aos  vales,quão arpejante
As casas  que jazem com as  telhas
Cada parte perfeita e eloqüente
Imitá-los tentam,que se tente

A alegria da platéia é mui latente
A platéia quiçá não tenha lente
O roteiro oscila quaisquer linhas
A curva é  perfeita,qual não mente
No afã das vontades ,como calhas
Esta é uma peça assaz veemente
Quem espera se mistura à gente

Tudo vai,tudo vem,nada morre
O frio jaz gélido e também quente
Nem o nada vive só ,ele corre
Mistura-se,e vira tudo,uma torre
A torre que a tudo e nada alente
Vedes e vivei,a atuação ocorre?
A perpétua peça segue,ohe!
Le Jeteux
Enviado por Le Jeteux em 02/07/2006
Código do texto: T186325
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Sobre o autor
Le Jeteux
Santo André - São Paulo - Brasil, 25 anos
9 textos (113 leituras)
2 e-livros (51 leituras)
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