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O Poder...PONTO.

As palavras se agitam,
Misturam-se aos gritos
De vogais desafinadas,
Consoantes alucinadas,
Enlouquecendo o poema,
São centenas,
Talvez milhares de versos,
Sem razão e direção;
Desenham no céu o calor,
Que explode em guerras,
Destruindo as canções,
Que o poeta cantou,
Na janela da amada,
Quando aprendeu o amor.
Vem a labareda da arrogância,
Queima a infância,
Antecipa os sinais,
Quer o poder sem perceber:
A lira já parou,
Para ele e para nós;
Não sobraram letras,
Apenas vírgulas vestidas de anjo,
Para estas o ponto não finalizou.

Maísa Cristina Vibancos
Pupila
Enviado por Pupila em 19/01/2005
Reeditado em 25/10/2013
Código do texto: T1909
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Pupila
São Paulo - São Paulo - Brasil
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