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Dode Dromen - (Sonhos Mortos)

De meus sonhos mortos na constante luta,
Somente são visíveis algumas das fagulhas,
Que emergem secamente de minhas tulhas,
Para findarem na lira ardente da fria labuta.

É neste contexto amargo que, sem rumo, vago,
Do lodo que escarro faço sôfregas sinfonias,
No intento de sentir além das pulsações vazias,
Um tom sublime no verso úmido que´u afago.

Tardia, a hora, em meus ombros a se derramar.
Clamei, a esperança, nos ventos tristes, clamei.
E no pranto combalido, vivo teu nome a professar.

Mesmo ao ver findar, os sonhos, neles me logrei.
Este é o mal que me consome...tentar despertar,
Os sonhos mortos que na própria alma sepultei.
Myrna RRP
Enviado por Myrna RRP em 12/07/2006
Código do texto: T192753
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Sobre a autora
Myrna RRP
São Paulo - São Paulo - Brasil, 31 anos
26 textos (677 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 01:25)
Myrna RRP