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Interpretação corpórea

A arte da sua caligrafia corporal
Escreve o seu jeito sensual
Redigido na pantomima mimada
Que se faz em sua face calada

Profunda, transcrita ante a máscara.
Compõe meus desejos, minha tara
De pôr-na-grafia um bonito desenho
Daqueles sinais que eu não tenho

Palavra não dita com sentido agudo
Fala doce de um coral semi-mudo
[Desmudo]/Olhares em colisão
O orto de uma palavra-prisão

Ortografia de (uma) feição intrigante
Traço reto para o olho pedante
De quatro em quatro versos descrevo
O âmago, as linhas que ter um dia eu devo.
Almeida de Azevedo
Enviado por Almeida de Azevedo em 22/07/2006
Reeditado em 21/10/2014
Código do texto: T199592
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Almeida de Azevedo
Campinas - São Paulo - Brasil, 27 anos
18 textos (426 leituras)
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Almeida de Azevedo