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Grito de silêncio



Dei-te flores
Rosas vermelhas e brancas de cor
Poesias ardentes simulando a minha dor
Da paixão febril e sem cura

Tantos dias,
Eternos meses à sua espera
E o coração só vivera
Com a saudade doentia

Dei do meu futuro
Sonhos vãos
Temperados de paixão

A sua ausência era ira
A sua presença era lira
E o seu Adeus foi a minha partida...

Amo calado,
Palavras não me valem mais
Aquelas que me cravaram
Mantém-me acordado
Não sonho mais...

Batia a minha mão
Contra o meu peito e dizia
Eu amo e ela me ama também
Tanto orgulho eu sentia...

Tanta vida, quanta rima,
Tristeza não existia
E tão pouco tempo eu diria
Que era tempo de alegria...

O tempo se fechou
A noite esfriou
Foi-se o sol
Que nasceria dia
E os dias que sonhei
Ficaram abraçados
Com a hipocrisia.


Daniel Pinheiro Lima Couto

27/05/06





Daniel Couto
Enviado por Daniel Couto em 08/08/2006
Código do texto: T211554

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Sobre o autor
Daniel Couto
Curitiba - Paraná - Brasil, 34 anos
110 textos (6652 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 20:41)
Daniel Couto