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agora que as minhas mãos de amar…

…já estão vazias
e são estátuas de vidro em reflexão
deixai em paz o coração
que frágil tece a teia em que ainda
quer apenas viver por frágeis dias

abismo profundo em névoa
se desvanece
e um raio em ira que fende o céu
em dois, cai quase a prumo
e atordoa e fere e mata
e enlouquece
e perde este Homem do seu norte
o rumo


-publicado na Antologia Escritores Brasileiros e Autores de Língua Portuguesa, 3ª Edição-Agosto2006
Alvaro Giesta
Enviado por Alvaro Giesta em 31/08/2006
Código do texto: T229308
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alvaro Giesta
Vale De Amoreira - Setúbal - Portugal, 66 anos
84 textos (2111 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 12:38)
Alvaro Giesta